Gotas... um monte delas. Chuva. O que significa para mim? Nada de mais... apenas inicio do tédio, que perdurou durante uma semana e que ainda dura! O que significa para os outros? Impaciência no transito daqueles que ficaram horas parados no engarrafamento, medo daqueles que pensaram que poderiam perder seus carros ou serem assaltados, prejuízo daqueles que tiveram algo danificado ou que deixaram de ganhar, mas nada, absolutamente nada, se compara a angustia de ver sua casa despencando do barranco ou prestes a desabar por causa das rachaduras causadas por gotas... tão pequenas e insignificantes. O local em que você repousa das batalhas e das guerras diárias, o local que você tem certeza de que está seguro e pode baixar a guarda, o local da sua família, pra mim o local mais sagrado do que a própria igreja. Nada se compara a vida perdida daqueles que ficaram presos nos escombros ou daqueles que foram engolidos pela água. Assim como as gotas se unem para formar a chuva e dessa forma causar, junto com vários outros fatores, desastres e dor, nós podemos ser gotas para melhor. Deixo aqui a mensagem implícita para que cada um reflita no que pode ser melhor.
O Lapso
Apenas gotas...
8 de maio de 2009
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Calou-se
4 de maio de 2009
É assim... as palavras voam... a simulação de um pensamento... uma constante... pensamentos errados... vida passando... tempo acabando... o velho dia a dia... compromissos e afazeres... tudo do bom... tudo de bom... o transito da vida... um pouco de mentira... um pouco de verdade... nada a perder... tudo a ganhar... amar para sempre... odiar até o resto da vida... musica que toca os ouvidos... barulho sem igual... idéias e mais idéias... o poder do esquecimento... s saudades cortante... o friozinho na barriga... o coração acelerando... pensamentos certos... as conseqüências do querer... tudo vai... tudo volta... os “porquês”... os “para quês”... e para que serve o pensamento se não para enlouquecer... assim que acontece... a igualdade... a liberdade... coisas importantes... coisas que não valem a pena... são tantas coisas... para que pensar tanto? Calei-me. Calou-se. O resto é nada.
O Lapso
Ps.: Ser eu, sempre!
O Lapso
Ps.: Ser eu, sempre!
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SUCESSO
30 de abril de 2009
Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos. Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
"Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo".
E ela responde:
"Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar, tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como Homem. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:
"seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito"
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia:
É preferível o erro à omissão.O fracasso, ao tédio.O escândalo, ao vazio.
Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e, caminhar sempre com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.
Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta, enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
Nizan Guanaes
(Achei interessante postar isso aqui. - O Lapso)
"Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo".
E ela responde:
"Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar, tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como Homem. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:
"seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito"
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia:
É preferível o erro à omissão.O fracasso, ao tédio.O escândalo, ao vazio.
Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e, caminhar sempre com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.
Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta, enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
Nizan Guanaes
(Achei interessante postar isso aqui. - O Lapso)
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Por harmonia
23 de abril de 2009
Senti vontade de escrever. Rabisquei meia dúzia de palavras. Tentei conectá-las. Mendiguei por rimas como quem experimenta pela primeira vez entregar-se à poesia. Senti-me inapta, sem talento para o ofício de narrar. Arrisquei um punhado de versos. E aqui estão eles, significando um pouco a foto.
Quis uma história bela
Que não trajasse dor,
Que trouxesse as cores da aquarela
E a poesia que só há no amor.
Quis que houvesse ritmo,
Que a métrica dispensasse,
Que fosse o que há de mais íntimo:
Aquilo que qualquer um jamais pensasse.
Quis falar de mim,
Sem egoísmos de outrora.
Quis dizer-te “sim”
Antes de ter havido chegado nossa hora.
Quis dizer que estive silente.
Posto que és tu minha melhor inspiração.
Enquanto tu te fizeste ausente,
Ecoava em meus versos o vazio da escuridão.
Se aceito a ti com veemência,
Não é por falta de lembrança.
Trago, é claro, a dolorosa experiência
Mas não hei de ceder à insegurança.
E àqueles que apostam na demência,
Ofereço o sorriso largo de esperança.
Eis que cada verso teve único desejo
Confessar a ti minha sina:
Pouco importa tudo que solfejo,
Sou, Homem, tua menina.
Ioh
Quis uma história bela
Que não trajasse dor,
Que trouxesse as cores da aquarela
E a poesia que só há no amor.
Quis que houvesse ritmo,
Que a métrica dispensasse,
Que fosse o que há de mais íntimo:
Aquilo que qualquer um jamais pensasse.
Quis falar de mim,
Sem egoísmos de outrora.
Quis dizer-te “sim”
Antes de ter havido chegado nossa hora.
Quis dizer que estive silente.
Posto que és tu minha melhor inspiração.
Enquanto tu te fizeste ausente,
Ecoava em meus versos o vazio da escuridão.
Se aceito a ti com veemência,
Não é por falta de lembrança.
Trago, é claro, a dolorosa experiência
Mas não hei de ceder à insegurança.
E àqueles que apostam na demência,
Ofereço o sorriso largo de esperança.
Eis que cada verso teve único desejo
Confessar a ti minha sina:
Pouco importa tudo que solfejo,
Sou, Homem, tua menina.
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Meu Jardim
20 de abril de 2009
Composição: Vander Lee
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
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A diferença que incomoda
19 de abril de 2009
Querendo ou não tem alguma coisa diferente e eu posso sentir isso a todo instante. Está me incomodando. O fato é que não gosto da situação e tenho ciúmes. Me faz inferior. Tenho medo do que posso pensar. Tenho medo de mim mesmo. Tenho medo do que pode vir de mim através do diferente e para o diferente. Não posso pensar nisso. Controle. Censura.
Será que a diferença esta em mim apenas e eu ainda não percebi? (pensando...) Não sei se isso é possível ou pelo menos me recuso a reconhecer até então. Espero que esteja.
Desejo o melhor.
O Lapso
Será que a diferença esta em mim apenas e eu ainda não percebi? (pensando...) Não sei se isso é possível ou pelo menos me recuso a reconhecer até então. Espero que esteja.
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Um desabafo pessoal
17 de abril de 2009
Não pretendo mentir nem jogar. Não pretendo escrever tudo e ao final esperar que algo se resolva. O máximo que pode acontecer é meu ponto de vista não ser compatível com o do(a) leitor(a). Até o final desse texto espero ter sido sincero comigo, porque é simplesmente o meu desabafo, o meu pessoal para quem quiser entender ou desentender de vez. Acredito que o passo ao reconhecimento já foi dado e não adianta mais fingir, seria minha pior regressão. Tento parecer forte, me fazer forte e acreditar sempre nisso para lutar. Sei que não adianta entrar numa luta se achando fraco, achando que tudo já está perdido mesmo lutando. Mas em algum momento ficamos fracos, provavelmente no final de cada luta perdida. Para mim, acredito que até as ganhas me enfraquecem a cabeça e o coração, porque não gosto de entrar em conflito, mas é tão necessário quanto o bater do coração. Para alguns é difícil acreditar nessas palavras que irei escrever, apenas digo que não pareço nada, absolutamente nada, com o que qualquer um tem como minha imagem e julga me conhecer. Sou muito mais do que um mero julgamento precipitado, muito mais que palavras ditas por mim e passo cada dia da minha vida tentando me conhecer melhor. Mas uma coisa eu devo contar, mesmo que seja julgado de forma errada e mesmo que seja entendido da forma errada, e na verdade é para isso que eu estou aqui, sentado, numa noite de sexta feira, pensando e relembrando alguns fatos vividos recentemente. Antes de qualquer coisa, preciso começar e fazer o mais difícil desse texto, assumir de uma vez para todos: Amei incondicionalmente, amor não correspondido, amor sonhado e não vivido. Fico feliz em assumir isso e o peso das minhas costas desapareceu ou pelo menos diminuiu, fico feliz em saber que não sou uma pedra e sou capaz de me fazer cheio, capaz de sonhar verdadeiramente, ao contrario do que muitas pessoas acreditam fazer. Não me importava com nada além do mundo que criei para mim e que tentei compartilhar com um mundo diferente e alheio, era doce sonhar e o meu maior vicio. Fui ignorado, diria até que desprezado, alguns diriam até que manipulado em um jogo que eu nunca quis jogar, mas conhecia a regra e mesmo assim ignorei porque não impunha condições a nada, passaram por cima de mim e eu simplesmente ignorei tal fato, e nenhuma palavra dita me convenceu do contrário. Os fatos são mais coloridos do que as palavras em preto e branco. Qualquer justificativa dada me parecia com mais uma "desculpa de pernas curtíssimas". Fui peça em um jogo ridículo. Mas e daí?! O mundo, no inicio, era meu e apenas meu. Isso para mim era fácil de entender. A minha felicidade era plena e era possível ver a lua através dos meus olhos, que reluziam no início. Dor, decepção e raiva ainda não se juntavam ao orgulho próprio. Aprendi que o mundo não era apenas meu, mesmo que em construção, e que poderia ser destruído. Foi o que aconteceu: o imprevisto por mim que tanto acreditei em algo concreto, que tanto sonhei. Diante da queda(diga-se rasteira), procurei me levantar e pensei que tinha encontrado uma solução para meus problemas sem solução: o tempo. Descobri que foi mais um erro banal acreditar no tempo. Descobri que meses viram pó ao vento. Queria apenas me sentir seguro uma vez e poder confiar em alguém. Tenho pena de quem não tem pulso para a vida, de quem enxerga pela metade e acredita mesmo estar vivendo quando apenas acha que sofre, acha que se machuca, enfim, acha que vive, acha que tudo é o contrário do que realmente é, acha que a monotonia é razão de viver, acha que o comodismo é forma sublime de vida. Fiz questão de ser sempre porto seguro e nunca encontrei o meu, meu coração sempre foi demais pra mim, porem não conseguia ser meu porto seguro. Dei-me outra chance porque queria acreditar mesmo não acreditando mais, mesmo estando tão inseguro. Sabia dos riscos e por isso segui em frente com mais um sonho. Fui mais condicional, mais medido e começou a surgir em mim princípio de medo (medo que não faz parte de mim). Novamente aconteceu o não tão imprevisto e muito mais previsto. Menos dor, menos decepção e mais raiva, dessa vez junto veio o orgulho. Aprendi que prever as coisas é melhor para o coração e pior para a cabeça. A cabeça é mais cruel que o coração e consegue sobreviver. De qualquer forma “menos” ainda não significa um “não”. A ferida apenas aumentou e se fez presente em todo corpo que já não tinha mais sangue. Permitindo que seja vista por mim (e por todos) sempre que tentava pensar de outra forma. Consegui um bloqueio, consegui parar de sonhar, consegui ser quem não sou, consegui ser aquilo que mais criticava e repudiava e só percebi isso quando me vi fazendo o pior, tarde demais. Me arrependi do que disse e das atitudes que tomei em estado irreconhecível. Nada mais sincero do que as desculpas, nada mais verdadeiro do que as palavras, nada mais angustiante do que o sentimento temporário de culpa, mesmo sabendo que no fundo era apenas uma gota de culpa diante de um oceano. Consegui ficar em paz comigo. De sentir novamente, apesar de estar tão indiferente. De voltar a ter meus tão prezados sonhos. Sonhei novamente. Isso bastou para uma faísca de felicidade. Me ofereceram algo que não foi suficiente para o que já vivi, me ofereceram o que eu já conhecia como o pior e nunca fico contente com o pouco se sei que posso ter mais. A minha tolerância já não é a mesma do inicio e isso é fácil de explicar, mas não me cabe fazer isso. Agora respiro fundo para chegar ao final do meu texto e provavelmente lê-lo mais umas 10 vezes no minimo. Não posso prever o futuro, mas não quero mais deixar de sonhar, deixar de agir com o coração e deixar de sentir. Quero ser eu e quero ter ao meu lado pessoas que realmente gostam de mim. É!! Tenho que admitir isso: Tudo valeu a pena e faria tudo novamente porque pesando tudo, eu vivi! Hoje, fazem de mim a indiferença que sou mas nunca quis ser. Apenas me fiz espelho e consigo refletir tudo. Me fiz tristeza para apenas um olhar dentre todos os que vejo. A criança que sou e que um dia pensei em não ser mais voltou com toda a força possível, porque crianças se dão bem. Só quero deitar na rede e esperar que alguém a balance, para que possa sentir o conforto de um carinho legitimo, quero oferecer meu carinho e esperar que seja recebido com vontade legitima. Quero um amor e nunca deixarei de amar. O coração é mais do que eu pensei. Ufa!! Cansei de pensar, fico por aqui.
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"Amar significa sofrer, não amar significa morrer."
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A calma que antecede a tormenta
21 de março de 2009
Que graça teria se todos nos fossemos iguais? Cada pessoa possui uma característica peculiar, seja no seu modo de ser, agir ou pensar. É essa diferença que faz cada um de nos ser especial, que faz com que eu respeite o próximo e que eu tente entender outros pontos de vista que não apenas o meu, que faz com que minha tolerância se estenda além da minha vontade para com os conceitos e princípios alheios que se diferem do meu e mais, tolerância que se estende, também, para os defeitos mais diversos. É admitir a existência do bem e do mal, e aprender a conviver com isso. Para tudo existe um limite, o que não significa que não é possível ultrapassá-lo, e como não poderia ser diferente, para toda paciência, tolerância e conivência existe uma razão de existir, como também uma razão de existir um limite. Limite que se aproxima da descrença, da decepção e porque não da raiva. Talvez um caminho sem volta para aqueles indiferentes. O perigo de ser indiferente é exatamente este, não poder voltar a ser diferente, porque pode já ter ultrapassado o limite. A pergunta que deve ser feita é: Até onde vai o nosso limite? Particularmente o meu vai além do que eu pensava, mas ainda assim tem um ponto final, porque é minha vontade que define e o quanto posso conviver com o diferente tão indiferente do meu ser, agir e pensar. Não posso criar um mundo ou uma realidade paralela para enganar ninguém, até porque para isso eu teria que me enganar primeiro. Não posso acreditar apenas nas minhas palavras e esquecer que as palavras dos outros também tem valor. Dou valor a tudo que merece, a tudo que se faz valor, valor provado e não inventado ou apenas pensado ou planejado. Por isso que sinto um cheiro suave em minhas mãos e vejo sangue morto em outras mãos. É isso que me faz ficar tranqüilo em certo lapso, e não apenas algo inventado e dosado. Essas doses (seja do que for) eu deixo para aqueles que acreditam que a sua verdade é verdade para tudo e todos.
Gostaria de ser mimado pelo ar de uma brisa e ter sempre tudo a minha disposição. Ahhh! Que sonho! Sem responsabilidades, deveres ou qualquer coisa parecida. Sem planos. Que irônico falar em planos, me faz pensar na transparência que a vontade cria e estraga qualquer desculpa. Eu quero voltar a ser criança. Ser ingenuo, extremo e intenso ao mesmo tempo.
O Lapso
Gostaria de ser mimado pelo ar de uma brisa e ter sempre tudo a minha disposição. Ahhh! Que sonho! Sem responsabilidades, deveres ou qualquer coisa parecida. Sem planos. Que irônico falar em planos, me faz pensar na transparência que a vontade cria e estraga qualquer desculpa. Eu quero voltar a ser criança. Ser ingenuo, extremo e intenso ao mesmo tempo.
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O Tempo
7 de janeiro de 2009
É comum quando estamos sozinhos pararmos para pensar no que estamos vivendo, no caminho que estamos seguindo e as decisões que somos forçados a tomar. É engraçada a forma como isso acontece, deixamos os pensamentos correrem na nossa frente e muitos deles acabam tropeçando e ficando pelo caminho, outros acabam simplesmente sendo esquecidos e apenas alguns são realmente levados em consideração e a eles é dada a devida importância, perdurando, assim, em nossa imaginação. Notável um elemento presente em todos esses momentos, em todos esses lapsos: O Tempo. Para alguns o melhor amigo e para outros o inimigo mais cruel. Para mim, apenas o desconhecido, irmão do Futuro. Não há como prever e nem como escapar dele. Alguns dizem que o tempo cura tudo, que o tempo é a solução de todos os problemas. Definitivamente o tempo não cura nada e nunca foi solução! Cria apenas a ilusão do completo esquecimento. Ilusão anestésica, diga-se de passagem, serve apenas como paliativo. Tolos são aqueles que pensam e acreditam que o tempo é seu aliado. Ele não tem lado, não tem preferência, é imprevisível. Então o que realmente vale? O que efetivamente gera efeito diante disso tudo? O que devemos buscar para solucionar nossos medos, aflições, dores, limites, enfim, nossos problemas? Antes de qualquer coisa: Vontade. Não um simples querer, não uma simples farsa escancarada que alguns realmente acham que podem chamar de vontade. Apenas a mais límpida vontade, aquela que transcende a qualquer problema. É dessa forma que a vida deve ser vivida. Cheia de vontades, de desejos, de sonhos, de objetivos, que devemos incorporar como se fosse um traje, que devemos tomar conta. São essas vontades que acabam, como foi dito, perdurando em nossa imaginação, que acabam servindo de base. Sem base não podemos pular para o novo, porque nunca teremos força para isso. O novo, apesar de novo, é esperança do melhor.
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(Para iniciar o ano 200inove!)
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26 de dezembro de 2008
Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas e vida perdida nas mãos que oferecem apenas espinhos. Escolho não perder a vida!
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A LUZ DA DECISÃO
7 de outubro de 2008
Doce sonho. A construção de uma realidade pautada no meu querer,
Leviana utopia, caricatura de um desejo irrealizável.
Tentei fugir, tentei me esconder.
Desejei: jamais me inebriarei novamente.
As peças, outrora erigidas, desmoronaram.
O fino toque do vento macerou certeza tão ardente,
Tentei negar, mas sua autenticidade me despertou,
A leveza de uma pluma, a doçura do néctar. Como pedras intransponíveis, tu agistes.
A certeza se consolidou. Dia de Graças.
Fitei os meus olhos. Os seus fustigaram a minha existência,
Arrebataram um coração aviltado, despindo-o de toda vã certeza!
Será que a realidade, agora descortinada, sobrepujou o dantes imaginado?
Terá me demonstrado, a verdade dos fatos, que a nossa história não pode se dobrar a um sonho injustificado?
Decerto que sim!
O sentimento aflorou!
A cada minuto, a cada segundo interminável, sua presença insiste em minha mente,
Meu orgulho se dobrou: mácula da minha existência.
A negativa, do concebível, fustigou anseio deveras peculiar.
A retidão em nada valeu: Aviltamos o trono da certeza, a Máxima Suprema reinou.
Protrai-se em medo, o doce desejo de contigo voar.
A Máxima transformou-se em dor, em dúvidas,
Perco-me, quando questiono, em diálogo de face tão superficial:
Fomos conduzidos a uma convergência de pensamentos?
Habitará, certeza tão contundente, em essência tão real?
A incerteza me consola, o egoísmo me faz abjeto!
Creio na decisão, a brisa de um novo dia, a espera sob sol escaldante:
A Realeza do sentimento mais profundo.
Rodrigo Guedes
Obs.: Faz um bom tempo que não produzo algo do gênero. A “inspiração” voltou. huahau
Leviana utopia, caricatura de um desejo irrealizável.
Tentei fugir, tentei me esconder.
Desejei: jamais me inebriarei novamente.
As peças, outrora erigidas, desmoronaram.
O fino toque do vento macerou certeza tão ardente,
Tentei negar, mas sua autenticidade me despertou,
A leveza de uma pluma, a doçura do néctar. Como pedras intransponíveis, tu agistes.
A certeza se consolidou. Dia de Graças.
Fitei os meus olhos. Os seus fustigaram a minha existência,
Arrebataram um coração aviltado, despindo-o de toda vã certeza!
Será que a realidade, agora descortinada, sobrepujou o dantes imaginado?
Terá me demonstrado, a verdade dos fatos, que a nossa história não pode se dobrar a um sonho injustificado?
Decerto que sim!
O sentimento aflorou!
A cada minuto, a cada segundo interminável, sua presença insiste em minha mente,
Meu orgulho se dobrou: mácula da minha existência.
A negativa, do concebível, fustigou anseio deveras peculiar.
A retidão em nada valeu: Aviltamos o trono da certeza, a Máxima Suprema reinou.
Protrai-se em medo, o doce desejo de contigo voar.
A Máxima transformou-se em dor, em dúvidas,
Perco-me, quando questiono, em diálogo de face tão superficial:
Fomos conduzidos a uma convergência de pensamentos?
Habitará, certeza tão contundente, em essência tão real?
A incerteza me consola, o egoísmo me faz abjeto!
Creio na decisão, a brisa de um novo dia, a espera sob sol escaldante:
A Realeza do sentimento mais profundo.
Rodrigo Guedes
Obs.: Faz um bom tempo que não produzo algo do gênero. A “inspiração” voltou. huahau
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Expressando a raiva...
26 de julho de 2008
talvez a vida exija muito de nos
talvez o muito seja pouco e o pouco seja muito
Entao tudo parece o mais perfeito possivel
o perfeito tem seu peso, por isso prefiro o simples.
O Lapso
talvez o muito seja pouco e o pouco seja muito
Entao tudo parece o mais perfeito possivel
o perfeito tem seu peso, por isso prefiro o simples.
O Lapso
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Feliz Dia do Amigo, ou seja, Feliz TODO DIA!
25 de julho de 2008
Quero falar aos amigos...
Uns ganhei há tempos.
Outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles,
pois amizade pode ser sempre dividida
sem nunca diminuir ou enfraquecer
Pelo contrário, quanto mais dividida mais aumenta.
E há mais vantagens na amizade:
é uma das poucas coisas que não custam nada
mas valem muito, embora não sejam vendáveis!
Entretanto,
é preciso que se cuide um pouco das amizades.
As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados.
Poucos é verdade, mas indispensáveis.
É preciso mantê-los com um certo calor, cuidar, falar com eles.
Com o tempo eles crescem, ficam fortes e suportam alguns trancos.
Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não!
São como as mudas de plantas que,
depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados,
porém não podem jamais ser esquecidas.
Algo é preciso para mantê-las vivas.
Prezo suas amizades e reservo sempre
um canto no meu peito para elas.
E sempre que surgir ocasião,
não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo,
da mesma forma que eu ganhei.
E não adiantam as despedidas.
De um amigo ninguém se livra fácil.
Amizade, além de contagiosa, é incurável...
- - Autor desconhecido - -
Bom..... para que servem as datas? Servem para dar um freio as rotinas, como marcos ou tótens, servem para refrescar nossa memória e aguçar nossa visão. Afinal, existe muito sentimento além da rotina, mas na expectativa de que somos eternos (e o amanhã sempre estará ai) perdemos a capaciade de lembrar e ver as pessoas que nos cercam e nos fazem ser quem somos (mãe, pai, avó, amigos....namorada(o))
Obs.: Em breve uma publicação minha, aguardem!
Uns ganhei há tempos.
Outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles,
pois amizade pode ser sempre dividida
sem nunca diminuir ou enfraquecer
Pelo contrário, quanto mais dividida mais aumenta.
E há mais vantagens na amizade:
é uma das poucas coisas que não custam nada
mas valem muito, embora não sejam vendáveis!
Entretanto,
é preciso que se cuide um pouco das amizades.
As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados.
Poucos é verdade, mas indispensáveis.
É preciso mantê-los com um certo calor, cuidar, falar com eles.
Com o tempo eles crescem, ficam fortes e suportam alguns trancos.
Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não!
São como as mudas de plantas que,
depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados,
porém não podem jamais ser esquecidas.
Algo é preciso para mantê-las vivas.
Prezo suas amizades e reservo sempre
um canto no meu peito para elas.
E sempre que surgir ocasião,
não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo,
da mesma forma que eu ganhei.
E não adiantam as despedidas.
De um amigo ninguém se livra fácil.
Amizade, além de contagiosa, é incurável...
- - Autor desconhecido - -
Bom..... para que servem as datas? Servem para dar um freio as rotinas, como marcos ou tótens, servem para refrescar nossa memória e aguçar nossa visão. Afinal, existe muito sentimento além da rotina, mas na expectativa de que somos eternos (e o amanhã sempre estará ai) perdemos a capaciade de lembrar e ver as pessoas que nos cercam e nos fazem ser quem somos (mãe, pai, avó, amigos....namorada(o))
Obs.: Em breve uma publicação minha, aguardem!
Criado por
Ricardo M.da R. F. F.
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Cotidiano
8 de julho de 2008
Tudo começa na noite que antecede o amanhecer, no minuto final em que a consciência ainda faz a sua parte mesmo depois "daquele" dia. O ultimo lapso de pensamento que inevitavelmente nós leva ao dia seguinte. Ao acordar, a sensação de um novo começo das velhas surpresas, de novas vitórias e de conhecidos problemas. É assim que começa nosso cotidiano. Isso tudo é só para dizer que não somos tão diferentes uns dos outros. Vivemos a vida do jeito que vida vive a gente. Por mais que tracemos um jeito de levar as coisas nem tudo fica sempre no trilho, sempre há um deslize, sempre há um caminho diverso daquele pensado que dará no mesmo lugar, ou não. É no meio disso tudo que tento me apoiar naqueles em que também tento confiar, porque confiança se conquista aos poucos e se perde num piscar de olhos. Quanto mais confiança, mais expectativa se cria e mais difícil fica para mantê-la. O fato é que não basta apenas querer, além disso é necessário poder e principalmente fazer com que essa confiança adquirida não escape. Esse é o segredo da coisa! Acredito que todos nós cometemos falhas. Temos falhas sim! É essencial, porém, saber dar valor a tudo que foi construído e não deixar apenas as coisas irem acontecendo, já que temos o poder de influenciar, como dito outrora, somos obrigados a jogar. É certo que cada um tem seu ponto de vista, cada um tem sua verdade, sua história, seus princípios e até sua educação, mas todos querem julgar, é inevitável. O medo de ser julgado e condenado antes de se defender faz com que tenhamos a preocupação em atender as expectativas dos outros, e não somente isso, nós faz entender que reconhecer o nosso próprio erro, ao invés de ficar apontando o erro dos outros, é o primeiro passo para uma convivência harmoniosa e mais. Como já dizia um velho ditado: "Não faça aos outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você".
Cotidiano Pessoal
Sublime é ter pessoas que se preocupam com você e melhor ainda é ter a certeza disso. É com essas pessoas que eu, por exemplo, também me preocupo e mais (muito mais). São aquelas pessoas que estão presente no meu cotidiano e que fazem dele uma não-rotina. São aquelas pessoas que, apesar de distantes, são tão importantes quanto aquelas que estão perto. São aquelas pessoas que já passaram pela minha vida, e por algum motivo qualquer, já não fazem mais parte dela, porém, deixaram sua marca, sua contribuição, sua história, gravada em minha alma. São aquelas pessoas que tomam conta de mim sem que eu saiba e aquelas que eu tomo conta sem que elas saibam. São aquelas pessoas que ainda estão por vir. Todas essas pessoas são simplesmente chamadas de amigos. Apesar de amigos, não são perfeitos (más para mim são!). É por isso que não tenho medo e nem vergonha de pedir perdão quando erro e o outro lado amigo, se realmente for, deve compreender. Para todos, e até os que já foram e virão, sou eternamente grato.
O Lapso
Cotidiano Pessoal
Sublime é ter pessoas que se preocupam com você e melhor ainda é ter a certeza disso. É com essas pessoas que eu, por exemplo, também me preocupo e mais (muito mais). São aquelas pessoas que estão presente no meu cotidiano e que fazem dele uma não-rotina. São aquelas pessoas que, apesar de distantes, são tão importantes quanto aquelas que estão perto. São aquelas pessoas que já passaram pela minha vida, e por algum motivo qualquer, já não fazem mais parte dela, porém, deixaram sua marca, sua contribuição, sua história, gravada em minha alma. São aquelas pessoas que tomam conta de mim sem que eu saiba e aquelas que eu tomo conta sem que elas saibam. São aquelas pessoas que ainda estão por vir. Todas essas pessoas são simplesmente chamadas de amigos. Apesar de amigos, não são perfeitos (más para mim são!). É por isso que não tenho medo e nem vergonha de pedir perdão quando erro e o outro lado amigo, se realmente for, deve compreender. Para todos, e até os que já foram e virão, sou eternamente grato.
O Lapso
Não gosto de citar nomes, na verdade odeio, contudo dessa vez eu não tenho escolha porque apesar de existir barreiras e mais barreiras, alguns conseguem chegar bem perto do eu, então, gostaria de deixar um agradecimento especial primeiramente a todas as pessoas que fazem parte desse blog: Ioh, Ricardo, Rodrigo e Daniel. A minha galera da facul (quem é sabe!). A minha galera que me acompanha nas noites, nas risadas e outros momentos.(é, tem gente que ganhou mais de um agradecimento, merecidos por sinal). Já chega né? =D~
Criado por
Bruno Bello
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20:01
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Amado - Vanessa da Mata
30 de junho de 2008
Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
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Bruno Bello
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