Não foram poucas as vezes que falei das diferenças de cada um de nós. Não me canso de repetir que somos diferentes, não importa o quanto pareçamos iguais! Então só nos restam duas opcões: conviver ou suportar. Conviver é mais fácil desde que se tenha uma simpatia naturalista, enquanto que suportar é uma regra que exige tantos outros requisitos. Não para por ai. É complicado distinguir a convivência da suportação pura. Aquela, em regra, pode ser o resultado de uma evolução desta, e o contrário também é possível como exceção chamada de involução. Um ato tangência o outro.
Conviver é um ato puro e que todas as pessoas buscam em seus relacionamentos interpessoais, mas enquanto não chegam lá, permanecem se suportando. O grau de suportabilidade é o que realmente importa em muitas situações. Tornar-se mais fácil de ser suportado não é uma tarefa simples e requer uma atenção considerável. Além disso temos o outro lado da moeda, que podemos chamar de "suportador". Algumas pessoas conseguem suportar mais, enquanto que outras desistem na primeira situação que lhes desagradam. Estes, na maioria das vezes, não percebem o quanto são insuportáveis para eles mesmos dentro do seu próprio critério de suportabilidade. Agora vem uma pergunta inevitável: o que esse assunto tem a ver com o título do post? Tudo! Suporte isso.
O Lapso
Pão-de-ló
7 de março de 2011
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Bruno Bello
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Venire Contra Factum Propium
23 de fevereiro de 2011
Perdes a razão quando se comporta de tal maneira a gerar expectativas alheias as quais sabes, em sua essência, que em nenhuma hipótese teria condições de supri-las e então, não menos displicente, mudas de comportamento. Ages em contraditório a tuas próprias palavras e, não menos paradoxal, em contraditório a teu próprio agir. Chamas a quebra de confiança de tua liberdade individual, entretanto, nunca falastes em equilíbrio. Pedes o respeito sem saber, ao certo, o seu próprio conceito e então, sem pudor, dispara suas próprias idéias fantasiosas autoritárias para satisfazer o seu tão necessitado ego. Acreditas em tudo o que diz para sí e repete incansávelmente até que tornes em verdades absolutas, transformando tua realidade inatingível em realidade alheia, deixando de lado a arte do convencimento por argumentos e até por questionamentos. És a justiça cega ao avesso.
O Lapso.
O Lapso.
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Bruno Bello
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Chapter 2 - Quebra cabeças
6 de fevereiro de 2011
Chapter 2 - Quebra cabeças
Estava montando um quebra cabeça e percebi quanta similaridade guardava com ele. Enquanto ele é formado por milhares de peças unidas por elos e cores especificas que na composição formam uma paisagem, eu sou um mosaico de historias que por um elo se uniram na concepção de um quebra cabeça complexo, multifacetado, que sou eu. Na paisagem o que une a água do mar mediterrâneo a areia da praia é um dêgrade de cores e curvas que se casam em pares, já na minha figura existe menos harmonia e mais arestas em cada peça, é como se os ângulos fornecessem a energia necessária para manter a ligação do todo. Às vezes no meu quebra cabeça se faz necessário uma quarta dimensão como o tempo, o amor, a vida para ligar peças tão distantes. No meu quebra cabeças tem peças que são pessoas, outras são historias, outras sentimentos, algumas são como um filme, umas são brancas, veladas por um véu que esconde, mas mostram suas cores ao se encaixar com a peça certa. Existem pessoas que são mais de uma peça, uma vez que a intensa reconstrução do ser cria diferenças a tal ponto que uma mesma pessoa possa ser dividida em varias peças para cada fase de sua vida. Tem peças que são imensas e outras tão pequenas que sua ausência passaria despercebido ou como uma imperfeição entre duas peças. Porém, essas peças tão singelas guardam em si o segredo que une peças maiores. A minha paisagem está em continua transformação. Entretanto, a praia, o sonho e o verde da sombra estão sempre presentes. A margem não é o fim, está a espera de novas peças que se encaixem. Tem peças que não se encaixam mais no quebra cabeça, desgastadas pelo tempo. Outras ficaram perdidas deixando no vazio uma saudade, uma lembrança. Busco uma peça que traga mais verde, mais intensidade, uma felicidade duradoura em um simples sorriso. Não quero completar meu quebra cabeças, quero ser a parte de um maior, quero sonhar com você o mesmo sonho.
Ricardo Monteiro da Rocha Franco Filho
Data: Esse texto foi escrito em Julho/Agosto de 2009 e concluido em fevereiro de 2011. Só recuperei em setembro de 2010 após a restauração da tabela de partição do meu HD.
Fotográfia e Arte : Ricardo Monteiro da Rocha Franco Filho
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Ricardo M.da R. F. F.
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Chapter 6 - Medo de Amar
5 de fevereiro de 2011
Medo de Amar
Alguns temem o amor e preferem viver apenas a paixão do dia. Ao mesmo tempo, tatuam marcas pelo corpo. Contraditório não? Temer o vinculo a outro ser como se isso representa-se correntes e grilhões. Entretanto, não queremos perder o carinho incondicional da mãe, do pai, de um parente próximo ou de um velho (a) amigo (a). O porto seguro é o sonho, não a realidade.
A insegurança na hora de embarcar num relacionamento é o eufemismo da perda de “oportunidades” que um namoro ou compromisso pode representar. Devemos definir oportunidades como outros beijos, carinhos e companheiros. Nessa busca, falta fé para acreditar no amor, no sentimento, no momento. Falta paciência para tirar dos mesmos lábios múltiplos beijos, de diferentes cores e sabores. Fé, para acreditar na felicidade do par de um jeito impar. Nesse desequilíbrio, o equilíbrio não é a média entre 8 e 80.
Ricardo Monteiro da Rocha Franco Filho
Escrito na ultima semana de dezembro/2010.
Fotográfia da Baia de todos os Santos(22/01/2011) - Ricardo Franco F
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Ricardo M.da R. F. F.
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Fica Dica #5: Bar do Canal
4 de fevereiro de 2011
Aquele encontro despretencioso, marcado no último minuto, entre amigos, para entornar o líquido sagrado de todos os dias. A bohemia geladíssima por R$4,00 e aquele espetinho de todos os tipos de carnes e preços, desde o filet mignon por R$3,00 até o medalhão por R$13,00. Para os que gostam de um pão de alho na brasa, também tem essa opção, além de algumas outras...
As mesas dispostas embaixo das árvores são disputadas nos dias de sexta e sábado. Se não chegar cedo fica complicado achar uma vaguinha. O atendimento é razoável, nada excepcional nem ruim a ponto de causar desistências. A única coisa que deve ser ponderada é a localização, mas o preconceito por ser perto do canal deve ser superado.
Endereço: Avenida Miguel Navarro Y Cañizares, 300
Bairro: Pituba
Telefone: 3451-4442
Horário: 8h/23h (sáb. e dom. 9h/22h)
As mesas dispostas embaixo das árvores são disputadas nos dias de sexta e sábado. Se não chegar cedo fica complicado achar uma vaguinha. O atendimento é razoável, nada excepcional nem ruim a ponto de causar desistências. A única coisa que deve ser ponderada é a localização, mas o preconceito por ser perto do canal deve ser superado.
Endereço: Avenida Miguel Navarro Y Cañizares, 300
Bairro: Pituba
Telefone: 3451-4442
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Bruno Bello
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Meu mais novo filho.
23 de janeiro de 2011
100 dias de vida. Um Lion branco, de olhos azuis, e um contorno preto apenas no olho direito. Um coelhinho comilão e muito brincalhão.
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Bruno Bello
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Nostalgia.
15 de janeiro de 2011
Não sei se é possível sentir a falta de sonhos de um futuro bom, de projetar esses sonhos na realidade, mas essa sexta esse sentimento nostálgico veio com tudo. Talvez o clima de despedida misturado com uma felicidade momentânea de um tudo.
Aquele medo de que as poucas lembranças boas sejam apenas qualquer lembrança em meio a tantas, e que tudo de bom teria sido capaz de completar a outra metade do copo meio cheio, mas não foi. Pagaria o meu orgulho para saber de qualquer coisa que pudesse confirmar o que penso.
Que a falta de um tudo bom seja, em pequenos espelhos escondidos pelos cantos de um quarto disforme, de certa maneira a outrem, a mesma coisa que senti esses dias, levado por uma ventania e chegue tocando feito uma boa brisa que assobia harmoniosamente. Então os desejos mais censurados e impublicaveis poderão ser abertos ao público que tem sede dos espetaculos interminaveis.
O Lapso
Perdoem a falta de acentuação em algumas palavras, não tive tempo de reler o texto.
Aquele medo de que as poucas lembranças boas sejam apenas qualquer lembrança em meio a tantas, e que tudo de bom teria sido capaz de completar a outra metade do copo meio cheio, mas não foi. Pagaria o meu orgulho para saber de qualquer coisa que pudesse confirmar o que penso.
Que a falta de um tudo bom seja, em pequenos espelhos escondidos pelos cantos de um quarto disforme, de certa maneira a outrem, a mesma coisa que senti esses dias, levado por uma ventania e chegue tocando feito uma boa brisa que assobia harmoniosamente. Então os desejos mais censurados e impublicaveis poderão ser abertos ao público que tem sede dos espetaculos interminaveis.
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Perdoem a falta de acentuação em algumas palavras, não tive tempo de reler o texto.
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Bruno Bello
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20!!
1 de janeiro de 2011
No mais, espero que em 2011 minhas lembranças não sejam só esquecimentos.
Por fim, quero menos redes sociais e mais redes na varanda. Mais olho no olho e menos avatar no avatar.
Que 2011 comece assim... curto e grosso.
Por fim, quero menos redes sociais e mais redes na varanda. Mais olho no olho e menos avatar no avatar.
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Bruno Bello
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Felicidade Aristotelica.
26 de dezembro de 2010
"Para a maioria das pessoas, felicidade seria um estado afetivo ou emocional de sentir-se bem ou sentir prazer. Algo bastante relativo, que depende do ponto de vista de cada indivíduo. A felicidade para um capitalista, é acumular riquezas; já para um socialista-comunista, repartí-la; para um estudante, a felicidade seria construir conhecimento; para um analfabeto, saber ler e escrever; para um colecionador, completar a sua coleção; já para um amador iniciante, ter a primeira peça e assim por diante. Nessa linha de raciocínio, infere-se que o ser humano entendia e entende a Felicidade como a satisfação do "Eu-querer".
Para ilustríssimo Jusfilósofo Aristóteles, a felicidade é relatada como sendo um bem supremo tanto para os vulgos quanto para os homens de cultura superior, considerando-a como o bem viver e o bem agir. Identificam a felicidade com o bem e com o prazer e, por isso, amam a vida agradável. A felicidade é um fim em si mesmo que consiste numa acção virtuosa. Não é um estado, mas sim uma actividade, a mais auto-suficiente de todas."
Quando é você mesmo que não se permite à felicidade (aristotelica), sempre surge algum empecilho para diminuir ou até acabar com a felicidade (lato sensu). Acredito que sempre é possível fazer o impossível se queremos. Faça uma tentativa para crer.
O Lapso
Para ilustríssimo Jusfilósofo Aristóteles, a felicidade é relatada como sendo um bem supremo tanto para os vulgos quanto para os homens de cultura superior, considerando-a como o bem viver e o bem agir. Identificam a felicidade com o bem e com o prazer e, por isso, amam a vida agradável. A felicidade é um fim em si mesmo que consiste numa acção virtuosa. Não é um estado, mas sim uma actividade, a mais auto-suficiente de todas."
Quando é você mesmo que não se permite à felicidade (aristotelica), sempre surge algum empecilho para diminuir ou até acabar com a felicidade (lato sensu). Acredito que sempre é possível fazer o impossível se queremos. Faça uma tentativa para crer.
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Retrospectiva
Talvez esse seja o ultimo post do ano, e como estou com pressa de começar logo 2011 irei escrever bem rapidinho fugindo um pouco da normalidade. Antes de mais nada tenho que falar um pouco de 2009, um ano em que não tive muitas felicidades, ao contrario, arrumei alguns problemas, algumas angustias e preocupacoes. Tudo bem que tudo foi escolha minha, mas nao dava para ter uma ajuda divina nas escolhas que faço nao? Bem ou mal o ano de 2009 acabou e muita expectativa tinha para o ano de 2010, o que é normal. Comecei o ano de 2010 querendo consertar o que tinha feito em 2009, comecei mal, mas logo tomei outros caminhos e posso dizer que 2010 foi (passado ja) foi um ano de mais controle da minha vida. Enfim... foi um ano bom, que atendeu as minhas expectativas. Só o finalzinho dele que tive um susto e pequenos probleminhas, mas nada que apagasse o brilho desse ano. Terminei o curso de Direito, passei no exame mais polemico de todos os tempos e agora sigo para novos caminhos com mais pedras pelo meio. Algumas coisas que serao sempre censuradas, mas tenho que deixar registrado a minha vontade de dize-las. Que venha 2011 com tudo que eu vou estar preparado.
O Lapso
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Bruno Bello
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À Migué.
20 de dezembro de 2010
Sentei para dizer algumas coisas, varei a madrugada e nada. Um branco como se estivesse prestes a fazer a prova mais difícil da minha vida. Talvez por estar desacostumado a colocar pesos em palavras, verdade em mais pesos ou por ter desaprendido mesmo tudo isso. Troquei o papel pela realidade e fiz meu próprio espetáculo começar, e nesse ato não há espaço para atuar. Não há espaço para ensaios passados até no papel. Não há mais montagem e os erros, agora, que são autenticos.
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Bruno Bello
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Fica Dica #4: Santeria Hostel Bar
30 de novembro de 2010
Essa dica é para os casais que desejam uma noite tranquila e uma conversa no pé do ouvido. Uma noite romantica sob a luz do luar, sem aquele barulho dos restaurantes cheios e as batidas dos talheres nos pratos.
Um lugar pouco conhecido e com um ambiente acolhedor e aconchegante, não poderia ser diferente tendo em vista que se trata de um bar em um pequeno Hotel. Descendo a ladeira da Barra, à direita, é quase impossível saber que naquela pequeno prédio amarelo se esconde um local tão charmoso.
A falta de estacionamento não é um obstáculo para deixar de conhecer e frequentar, com jeitinho e conhecimento do local dá para conseguir um lugar que não atrapalhe ninguém.
O atendimento, pelo menos no dia que fui, foi excelente. Os pedidos chegavam rápido, os garçons sempre atenciosos e a conta também chegou rapidinho. A única crítica que tenho a fazer é sobre a pouca variedade de comida no cardápio. Em contrapartida o cardápio de bebidas é bastante diversificado. O caldo de sururu é uma boa pedida e para petiscar o santeria mexicana (doritos com geleias diversas). Para beber um mojito ou a velha heineken long neck.
O local abre 17H para o por do sol e fecha 00:00. Para quem quiser tem o site para visitas e contatos: clique aqui inclusive com fotos do lugar!!
É isso ai... até a próxima dica.
O Lapso
Um lugar pouco conhecido e com um ambiente acolhedor e aconchegante, não poderia ser diferente tendo em vista que se trata de um bar em um pequeno Hotel. Descendo a ladeira da Barra, à direita, é quase impossível saber que naquela pequeno prédio amarelo se esconde um local tão charmoso.
A falta de estacionamento não é um obstáculo para deixar de conhecer e frequentar, com jeitinho e conhecimento do local dá para conseguir um lugar que não atrapalhe ninguém.
O atendimento, pelo menos no dia que fui, foi excelente. Os pedidos chegavam rápido, os garçons sempre atenciosos e a conta também chegou rapidinho. A única crítica que tenho a fazer é sobre a pouca variedade de comida no cardápio. Em contrapartida o cardápio de bebidas é bastante diversificado. O caldo de sururu é uma boa pedida e para petiscar o santeria mexicana (doritos com geleias diversas). Para beber um mojito ou a velha heineken long neck.
O local abre 17H para o por do sol e fecha 00:00. Para quem quiser tem o site para visitas e contatos: clique aqui inclusive com fotos do lugar!!
É isso ai... até a próxima dica.
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A aparência que conta
21 de novembro de 2010
Não há como negar porque, vivemos em um Mundo de aparências. Talvez até tenhamos uma vida de aparências. Através de atos com motivos aparentemente justificavéis, esconde-se a verdadeira essência humana sem máscaras.
A verdade é nua e crua, não tem a cara com maquiagem, não se esconde por trás de discursos irreais que aparentam um sentido para confortar os corações. As aparências enganam a verdade !
Nossas aparências físicas representam o nosso interios, enquanto vivemos, porém ela ainda assim é um tanto quanto distorcida, irreal e mentirosa. A imagem é camuflada, e infelizmente, a verdade a qual estamos habituados será sempre um eufemismo que utiliza o artifício da aparência.
Sendo assim, nós como seres humanos , devemos apurar nossa visão e os demais sentidos, julgando de forma correta as "imagens" que a vida nos transmite.
* Seria um bom exercício tentar observar o reflexo de sua própria alma no espelho....
Rafaela N Franco
A verdade é nua e crua, não tem a cara com maquiagem, não se esconde por trás de discursos irreais que aparentam um sentido para confortar os corações. As aparências enganam a verdade !
Nossas aparências físicas representam o nosso interios, enquanto vivemos, porém ela ainda assim é um tanto quanto distorcida, irreal e mentirosa. A imagem é camuflada, e infelizmente, a verdade a qual estamos habituados será sempre um eufemismo que utiliza o artifício da aparência.
Sendo assim, nós como seres humanos , devemos apurar nossa visão e os demais sentidos, julgando de forma correta as "imagens" que a vida nos transmite.
* Seria um bom exercício tentar observar o reflexo de sua própria alma no espelho....
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Rafaela N. A. Monteiro Franco
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"Anotação #6"
20 de novembro de 2010
Tenho pensado muito na morte desta criação. Desejo muito que isso não aconteça... mas...
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Bruno Bello
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Censurado e Intitulável.
1 de novembro de 2010
Tenho que conter essa vontade que me dá de fazer as coisas no impulso. Escrevi um texto e não mais tive coragem de deixa-lo aqui. Exclui.
METACENSURA! É isso ai, só pode ser assim. Grita para que eu possa ouvir.
O Lapso.
METACENSURA! É isso ai, só pode ser assim. Grita para que eu possa ouvir.
O Lapso.
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